quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A queda.

"Sonhava alto.
Acordei e cai em minha própria amargura."

Por: Isabela Oliveira (Menina Colombina)

Ás vezes acordar é deprimente.

Ps: Faltam 3 dias!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Quanto tempo o tempo tem?

Por: Isabela Oliveira (Menina Colombina)
Ilustração: Alexandre Costa.

"O tempo passa e com ele passa a dor,
Pois tudo passa até o amor."
Tudo Passa - Marjorie Estiano.

Ps: Faltam 5 dias para o meu aniversário!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Riscos e rabiscos.

Palavras escritas em um papel qualquer, talvez sem valor algum.

Minha vida vai sendo escrita a mão livre. Não existem réguas e regras, apenas linhas... muitas delas tortas.

Linhas tortas que se transformam em um mar de sentimentos.

Errei por tantas vezes...não pude apagar nada – estava escrito a caneta - .

Corretivo talvez escondesse meus erros, mas não cobriria eternamente.

Se tornaria uma bela cicatriz em minha vida de textos.

Páginas e páginas já foram escritas, mas eu não passo de uma resenha sem correção.

Aqui, vírgulas não me brecam e nem os pontos são capazes de me parar.

E mesmo que me rasgassem, eu continuaria ali... talvez sem sentido ou nexo, mas viva em pequenos retalhos de papel, com outras milhares de historia a contar.

Por: Isabela Oliveira (Menina Colombina)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Micro Contos

"Ele era um príncipe caiçara.
-E seu cavalo?
Era marinho."

"O sortudo engasgou com biscoito da sorte.
-E depois?
Morreu!"

"Estava ocupado para a vida.
-E pra mim?
Pra você eu estou aqui."



Por: Isabela Oliveira (Menina Colombina)
Dedicado a um Sábio.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Beijo de Vento

O vento não se prende a lugar algum, sempre indo e vindo em rodopios tão suaves quanto os passos de uma bailarina.
Uma hora aqui, outra acolá... e assim vai, eternamente seguindo seu destino.
Vento que nunca é barrado, sempre tomando em seus braços o que vê em sua frente.
Brisa que vira páginas do livro de uma vida, escrevendo sua versão da história.
Abrindo e batendo portas e janelas, como uma pequena criança travessa.
Mas de criança o vento só tem a eterna inocência, pois sua grandeza silencia o mais valente dos mortais.

Por vezes ventania destruidora, por outras, um beijo de seda em meu rosto.
Vento que talvez saiba os segredos dos quatro cantos do mundo.
Já viu paz, guerra, tristeza e calmaria no semblante de milhares de vidas que cruzaram seu caminho.

Vento que enxuga a mais dolorosa lágrima, que leva pra longe as nuvens de algodão...
E que se curva com seu silêncio a minha solidão, mas nunca deixando de me acolher por dentre seus sopros sem fim.




Por: Isabela Oliveira (Menina Colombina)